Com alta do dólar, dívida líquida cai para 35% do PIB

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A dívida líquida do setor público, indicador acompanhado com atenção por investidores, pois indica o nível de solvência (capacidade de pagamento) de um país, somou R$ 1,49 trilhão, ou 35% do Produto Interno Bruto (PIB), em maio deste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Banco Central.

Com isso, apresentou queda frente ao patamar de abril, quando estava em R$ 1,51 trilhão, ou 35,7% do PIB, e registrou o menor patamar da série histórica da autoridade monetária, que começa em 2001.

Segundo o Banco Central, a alta do dólar foi o principal fator que contribuiu para o recuo da dívida líquida no mês passado. “A desvalorização cambial de 6,9% no mês foi responsável por redução de R$42,2 bilhões (1 p.p. do PIB) na DLSP”, informou a autoridade monetária. Em maio, o dólar rompeu a barreira dos R$ 2.

No conceito da dívida “líquida”, o BC contabiliza não somente os passivos (débitos ou pagamentos a serem feitos), mas também os ativos (como as reservas internacionais). A explicação para a forte queda da dívida líquida no mês passado é que o Brasil possui, atualmente, mais ativos, como as reservas internacionais brasileiras, do que passivos em moeda norte-americana.

Deste modo, quando o dólar se valoriza frente ao real, como aconteceu no mês passado, a dívida líquida do setor público recua. Esse efeito, porém, pode ser transitório. Isso porque, se a cotação do dólar voltar a cair nos próximos meses, haverá um efeito contrário – de elevação da dívida pública.

Dívida bruta
No caso da dívida bruta do setor público consolidado, o valor subiu para R$ 2,42 trilhões, ou 56,9% do PIB – com alta de 0,1 ponto percentual em relação ao patamar de abril. Em dezembro do ano passado, a dívida bruta estava em 54,2% do PIB e, no fechamento de 2010, somava 53,4% do PIB. Deste modo, a dívida bruta vem subindo nos últimos anos.

 

FONTE: globo.com

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